sábado, 31 de dezembro de 2011

Passou em 2011

O 2-ao-quadrado nasceu em 2010, mas foi em 2011 que ele realmente tomou vida. Ganhou posts mais frequentes e visitas! Aprendi e refleti muito com os comentários que recebi. Num momento de nostalgia pura resolvi relembrar... vamos?!

Fiz uma seleção dos posts mais marcantes para mim de cada mês...


Março
- Estrabismo e pé torto


Abril
- Maternidade Real: Casamento pós-filho
- Homeopatia


Maio
- A mãe que fui x A mãe que sou
- Sono, peitos, eu, elas


Junho
- Mamaço Nacional em Brasília
- O lado bom da culpa
- O anjo mais velho


Julho
- O sono
- Por que somos treinadas assim?
- As primeiras 24h com fraldas laváveis


Agosto
- Mais sobre fraldas laváveis
- Dente por dente
- A festa do desperdício
- Último Romance


Setembro
- Parto da Júlia
- Parto da Joana
- Eu sou gorda?


Outubro
- O desmame da madrugada
- 1 ano de Joana
- Homework


Novembro
- Ralo o quê?
- Pare. Veja.
- A festa (Parte I)
- A festa (Parte II)
- A festa (Parte III)


Dezembro
- Vinte e sete
- A festa (Parte IV)
- Reflexões sobre educar
- Amamentação pelos olhos de quem vê
- Post especial


E que venha 2012 cheio de boas notícias e bons posts!!! ;-)

FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

#BFF

Tem irmão que a gente escolhe...

1st date






terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Post especial!!!

Hoje é terça-feira... eu só tenho publicado às segundas, quartas e sextas... queria ter feito um lindo cartão de natal, mas não consegui. FELIZ NATAL atrasado para todos!!! 

Falta de tempo é desculpa... o que não consegui mesmo foi inspiração em meio a tantas mudanças que estão chegando junto do novo ano! Uma pessoa que tem inconstância no sobrenome não deve temer novidades, não é mesmo?! Então um viva a tudo que vier de novo! Um viva a 2012... que promete!! 

Só que a real razão para eu ter decido escrever hoje é essa aí embaixo...

Júlia (out/11)



Há 7 anos nascia às 08h01 essa princesa linda que chegou enchendo a minha vida de amor, de consciência, de responsabilidade, de dedicação, de encanto, de fantasia, de música, de brincadeiras, de luz, de bençãos. 

Hoje o dia é dela! E eu só tenho a agradecer. Uma alma que trouxe sentido para minha vida...

Filha, Júlia, minha linda... PARABÉNS!!! Te amo!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Amamentação pelos olhos de quem vê

Joana está com 14 meses e ainda mama no peito. Ela mama quando quer, quando pede. Sim, mesmo que ela tenha acabado de almoçar!! Não penso em desmamá-la antes dos 24 meses e não faço planos para quando esse momento chegar. 

Percebo que ultrapassar a barreira dos 12 meses é algo que surpreende muita gente. E, consequentemente, tenho ouvido de um tudo...

Tem gente que acha lindo ver o bebê mamar. Quando eu saco os peitos já se posiciona a la papagaio de pirata pra ter uma visão privilegiada do ato. E suspira... achando lindo! Mas sempre diz que ninguém merece amamentar por mais de 1 ano!! Confesso que na época da Júlia eu também tinha esse discurso. Até porque eu bebia e não via a hora de voltar a "viver". E ninguém merece aquela quase criança levantando sua blusa no meio do shopping!

Há quem sempre me pergunta quando irei começar o desmame e já antecipa que a Joana vai sofrer, certamente. Afinal, a menina AMA o peito.

Quando comento das noites mal dormidas, das 4 ou 5 vezes que ela acorda, sempre ouço a pergunta "Ela ainda mama?!". Se mamadeira fosse solução eu nunca teria saído por aí de carro só para a Júlia se entregar ao sono! Obs.: isso eu nunca tive que fazer com a Joana... que nunca viu sequer o bico da mamadeira. #aindabem

Já recebi orientação para fazer uma análise do por que quero tanto que minha filha continue a mamar. Com certeza se trata de alguma questão mal resolvida no passado. Talvez porque eu tenha sido um bebê que só mamou por 2 meses.

A livre demanda também é problema. A menina vai querer peito a toda hora, vai ficar dependente demais de mim... isso sem falar que é uma ponte para transtornos alimentares no futuro. O consolo ficará associado ao estômago.

Eu que só tô seguindo a orientação da OMS... ouvindo isso tudo...

Joana de bandana! mamando aos 7 meses

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Filh@ de peixe...

... peixinh@ é.

Esses dois estão cada dia mais próximos. 

Eu ando nas nuvens por isso! Primeiro porque ajuda MUITO a manter a minha sanidade... depois porque é lindo de ver. Ela agora tem aceitado dormir com ele. Seja soneca, seja o sono da noite. Isso faz com que ele esteja cada vez mais presente, ativo. Eu, orgulhosa, babona, feliz, grata.



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Tortura

Quando eu estava grávida da Júlia alguns assuntos me tiravam o sono... lembro-me claramente de imaginar como faria para que minha filha gostasse de escovar os dentes. Minha mãe morria de rir disso tudo... porque, né? De todas as preocupações que a chegada de um filho pode nos trazer... eu perdia o sono por uma escova de dentes. Júlia nasceu e uma foto dela aos 6 meses com a escovinha rosa na mão e um sorriso largo no rosto mostra que me preocupei a toa. Escovar os dentes nunca foi - e ainda não é - problema pra ela.

Agora... para cortar as unhas dela eu precisava de MUITA paciência e de alguém fazendo macaquices ao meu lado. Era uma missão árdua. Eu devia ter tido insônias por isso.

Joana nasceu e até, sei lá..., uns 3 meses cortar as unhas dela era lindo. Eu pegava a tesourinha-corta-nada, a mãozinha linda e fofa e cortava. Ela ficava ali, deitadinha, só espiando. Depois começou a ficar um pouquinho mais difícil... mas aí eu criei a estratégia de cortar as unhas com ela no peito. Ainda rolava. Depois nada mais resolvia. A menina chora, grita, bate as pernas, puxa os braços de um jeito!! Pior é que essa tortura tem que rolar uma vez por semana. Por quê, meu Deus?!!!


Imagem retirada do Google



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Lições de interurbano

A Júlia queria ligar para uma amiga.


- Filha, vamos esperar ela chegar de viagem... 
- Por quê, mãe?!
- Porque ligar para outra cidade é muito caro.
- Ah, entendi... é que o fio fica loooooooooongo, né mãe?!!


"Alô? Júlia??" (Joana out/11)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O cúmulo da livre demanda

A cena.

Eu estava sozinha com as meninas em casa. Fazia um calor insuportável e meu humor é muito sensível à altas temperaturas. Resolvi tomar uma chuveirada para refrescar... Pedi para Júlia ser responsável e gente fina com a irmã por 5 minutos e lembro que lancei alguma ameaça caso ela não atendesse a esse pedido. Mantive a porta do banheiro aberta para os ouvidos continuarem antenados ao restante da casa. Deu tudo certo.

Ao final do banho percebi que Joana me espiava. Ela acha engraçado me ver no banho. Tenho pra mim que ela fica na expectativa de que eu a carregue pra debaixo d'água também. Ela curte MUITO tomar banho. Assim que sai do box percebi uma vontade de fazer um número 2. Não gosto quando a vontade vem depois do banho, mas ela veio e eu tinha que fazer. Sentei no trono peladona mesmo. Percebi os olhinhos da Joana brilharem para aquelas tetas balançantes. E não deu outra.

"AAaaaa...." ela disse de boca aberta apontando pra mim. Ela faz assim pra tudo que quer colocar na boca. Comida, remédio, copo, escova de dentes e, claro, peito. "AAAaaaaaa...." ela repetiu umas duas vezes. Tentei desviar a atenção. Tentei até esconder o objeto de desejo. Expliquei que não era um bom momento. Teve jeito? Não. O "AAAAaaaaaaaaa......" virou choro e meu coração mole se rendeu. Catei a menina no colo e dei o mamá ali mesmo. No trono.

PS: Poupe-se de imaginar a cena, tá?!rs

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Já experimentou apagar as luzes?

Imagem retirada do Google

Certa vez, numa conversa com a amiga Lia, fiquei intrigada com o relato dela de que em sua casa quando anoitece fica escuro. Simples assim! A família não faz uso de luzes artificiais à noite e nem de televisão ou computador. Isso ficou martelando na minha cabeça...

Eu chego com as meninas da escola por volta de 18h30. Elizabeth Pantley, autora do livro "Soluções Para Noites Sem Choro" (super indico!), diz que é preciso um mínimo de 2h para o processo de desacelerar para o sono. Aqui, obviamente, isso não funcionava e eu só conseguia que as duas estivessem dormindo entre 22h e 23h. Claro que depois disso eu não era mais ninguém e só me restava dormir também. Isso não seria um problema se eu não quisesse tempo para estudar, blogar, facebuquiar, ler um livro, comer porcaria ou ter uma vida sexual ativa.

Já tem duas semanas que apaguei as luzes para testar pela primeira vez. E como tem dado certo!! Além das duas estarem dormindo mais cedo, o fato da televisão ficar off fez com que a família se aproximasse bastante. Conversamos mais e só por isso a investida já teria valido muito a pena.

O que mais me encantou foi a capacidade incrível da Júlia de topar a ideia e se adaptar à nova rotina unplugged. Enquanto eu faço Joana dormir, lá pelas 19h e pouco, ela entra num mundo fantástico com suas bonecas, canetinhas e cadernos... e viaja nas histórias que cria apenas com aquela iluminação azulada do céu de quando a noite vem chegando.

Assim que Joana adormece (e isso tem acontecido muito mais rápido também), eu volto meus cuidados e minha atenção para a Júlia. E sem reclamação nenhuma (!!!) seguimos para o meu quarto... onde é permitido acender a luz na hora da história! Lemos uma, duas e às vezes até três e ela dorme.

Quando saio do quarto e olho no relógio ele tic-tac diz que são apenas 21h! :-D

Porém... porque sempre há um porém quando a notícia é boa?! Porém, isso só funciona porque lá em casa a sala é bem iluminada com a luz natural. Porém, isso só vai funcionar enquanto estivermos no horário de verão. :-(

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Reflexões sobre educar

Eu não tenho muito saco pra ficar gastando energia por aí defendendo um ponto de vista que é meu. Eu entendo que o mundo é cheio de diversidades, cheio de pessoas com crenças, valores, experiências, princípios e hábitos diferentes dos meus. Um dos exercícios que mais tenho feito ultimamente é o culto a tolerância. E, sim, isso começa dentro de casa.

Algumas reflexões eu deixo de trazer para esse cantinho pra que essa página não vire um campo de batalha... como canso de ver por aí. Não curto e quero me manter fora das rixas bloguísticas. Mas tenho sentido falta de compartilhar uns pensamentos. Afinal, escrever sempre me ajudou a elucidar interrogações.

Essa introdução (desnecessária?) é para que ninguém sinta ao ler o texto que eu estou tentando me dizer certa, dona da verdade. Okay?!

Estava conversando outro dia com um amigo sobre palmadas. Não sobre a Lei. Conversamos sobre o educar através de tapas, beliscões (né, vó?), cintadas na bunda.

Contextualizando. Eu não apanhava da minha mãe. Meu pai não viva conosco e não participava da nossa educação cotidiana. Portanto, também nunca levantou a mão pra mim. Aliás, do meu pai sequer lembro se alguma vez ele levantou a voz. Mas isso é outra conversa. Outro post. Então que essa história de bater para impor limites é coisa de ET pra mim.

Tornar-me mãe fez com que assuntos como esse encontrassem lugar nas minhas sinapses. E foi nessa conversa que consegui entender exatamente porque não acredito em puxões de orelha educativos. Na vida afora os filhos não poderão recorrer a esse recurso.

Para falar dos filhos a gente usa sempre um pronome possessivo introdutório. MEUS filhos. A bem da verdade essa relação de posse se concretiza com todas as pessoas de nosso convívio. Essa possessividade faz com que incoscientemente a gente coisifique as pessoas. Porque com o que é nosso a gente faz o que quer, não é mesmo? Imagine então os filhos... que além de nossos foram feitos por nós. Dessa forma, nós educamos como quisermos da maneira que for melhor para nós.

Acredito que a nossa cultura hedonista nos faz extremamente individualistas, egoístas, focados no nosso umbigo. Isso se reflete na forma como educamos nossos filhos. Se pensassemos nos filhos como pessoas que habitarão um coletivo talvez os educaríamos de outra forma. Talvez eu me preocuparia em fazer com que minha filha arrumasse  a cama dela todos os dias.

Vale dizer que minha filha (de quase 7 anos) dá trabalho. Graças a Deus! Ela é saudável e demanda atenção, cuidado, carinho. Às vezes percebo que ela só quer um olhar... mas quanto barulho ela tem que fazer para eu ouvir? Muitas vezes minha filha me tira do sério. Fico sem resposta, com cara de tacho, com raiva. Sei que preciso agir rápido e certo. Por vezes não consigo nem um, nem outro. Confesso. Já bati. Foram 3 tapas na coxa esquerda. Eu lembro do momento, do dia, do lugar, eu lembro da coxa. E, claro, lembro da dor, de me sentir fraca, rasa, ignorante, desprovida de argumentos e autocontrole. Foi péssimo. E o que eu ensinei a ela com isso?

Quantas vezes você já teve vontade de bater no seu chefe, no seu amigo, no cara que te deu uma fechada no trânsito, no professor, no mendigo, no filho da amiga, no marido? Quantas vezes você já se viu frustrada com essas pessoas? Ou quantas vezes você já sentiu uma raiva tão grande que fez suas bochechas tomarem cor de rubi? Você apelou para o tapa? Beliscão? Cinto? Enfim, agredir qualquer outra pessoa (mesmo que você tenha MUITA justificativa para isso) é crime. Por que a gente se sente livre para fazer isso em casa?

Pessoalmente, acho ensinar sobre respeito um dos maiores desafios. Respeito aos outros, aos objetos, aos animas, respeito a si próprio. Também arrepio quando o assunto é limites. Por mais que eu procure ainda não encontrei a solução para agir de maneira eficaz tirando a criança daquele momento de surto, birra, ataque e trazendo ela para a consciência, para a atenção. Eu decidi não usar o tapa, mas ainda grito. Ao meu ver, o grito também é qualificado como violência (seus ouvidos não concordam?).

Fato é que educar é punk. Exige esforço. Exige desejo. Exige reflexão. Exige.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A festa! (Parte IV - os fornecedores)

Quando gosto de um trabalho bem feito adoro espalhar as dicas por aí!
Bons fornecedores são fundamentais para uma festa bem sucedida e sem estresse!!

Como já disse no segundo post sobre a festa, a decoração da mesa do bolo (incluindo as mesas, a maquete e o painel de tecido) e a casinha onde ficaram os personalizados foram alugadas na Parabéns (204 norte). O tema chama Ursas Provençal. Os centros de mesa foram feitos lá também.









Os docinhos tradicionais foram da Maria de Fátima empresa que faz parceria com a casa de festas (Peticolá). Os doces foram muito elogiados! Tinha brigadeiro, cajuzinho, bicho-de-pé, palha mineira, brigadeiro branco e casadinho. Pra todos os gostos, não?!




Os cupcakes (não podia faltar, né?) foram da A Doceria da Tathy. Escolhi a massa de chocolate, mas metade com cobertura de ganache de chocolate com confeitos e a outra metade com cobertura de chocolate branco com raspas de limão siciliano. Uma delícia sem fim!! 

Os wraps dos cupcakes eu comprei na Parabéns também.





Os personalizados foram contratados na Sweet Personalizações. Achei o resultado um mimo!! Tinha caixinhas com balas de côco, pirulitos mastigáveis, latinhas com confeitos, tubetes com amendoins de chocolate e tic tac. 












Por fim, o registro da festa foi feito pelas lentes de Jaq Paixão e Paky da Paky Produções Fotográficas.

Mamis e Sogrets


Júlia


Joana

Clímax do Parabéns 

Os 4 (ou 2-ao-quadrado)

Elas e eu

Ah! As meninas vestiram Fábula (Farm) com estampa igual!!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Vinte e sete

Imagem retirada do Google

Hoje é segunda-feira. O que há para se comemorar num dia desses?! Nada. 
Então ontem cortamos um bolinho na casa da minha mãe.

Eu sempre fico confusa quando vem chegando meu aniversário.
Tenho vontade de estar com algumas pessoas... tenho vontade de vibrar por mais um ano.
Mas organizar me cansa.

Gosto de aniversários como gosto de reveillon.
Sinto o frescor de expectativas renovadas.

Foi bom estar com queridos! 
Só tenho a agradecer todos os esforços de minha mãe para que a casa ficasse agradável aos convidados.

Hoje é segunda-feira. O que há para se comemorar num dia desses? Nada.
Então acordei com preguiça. Muita preguiça. Uma vontade louca de não fazer nada.

(Penso nos meus desejos) - FFUUUUUUUUUUUUUUU!!!!!!!! 
Apaguei a velinha...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Menina criada por vó

Ela sempre se entrega ao sono em meus lençóis, agarrada aos meus braços
Fala meia dúzia de palavras sussurradas, faz perguntas sobre o nada
Reza, olhos fechados e boa noite

Mas ontem nossa rotina foi diferente
Quando a abracei ela disse: Mãe, chega um pouquinho mais pra lá?
Perguntei: Tá com calor?
Ela: Tô! Você entende, né mãe?! É que eu tô ENVELHECENDO...
kkkkkkkkkkkkkkk

Imagem retirada do Google Images